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Substâncias químicas com potencial impacto na saúde humana e no ambiente, incluindo PFAS, fármacos, microplásticos e produtos de higiene pessoal.
Os poluentes emergentes são substâncias químicas que, embora nem sempre estejam regulamentadas, podem representar riscos para a saúde humana e para o ambiente.
A sua monitorização é cada vez mais relevante devido à sua persistência, mobilidade e potencial acumulação nos ecossistemas.
Entre os principais poluentes emergentes incluem-se PFAS (substâncias perfluoroalquiladas e polifluoroalquiladas), resíduos de produtos farmacêuticos, hormonas, microplásticosm entre outros.
A sua identificação e quantificação através de análises laboratoriais é fundamental para apoiar a avaliação do impacto ambiental e a gestão da qualidade dos solos, águas e resíduos.
Monitorizar é essencial para a correta avaliação dos riscos e apoiar a gestão ambiental.
Laboratórios de referência que disponibilizam soluções analíticas em matrizes diversificadas.
A contaminação de solos é um problema nacional proveniente de atividades industriais e urbanas.
Conheça o DL 102-D/2020: enquadra gestão de resíduos e aterros conforme diretivas UE 2018/849-852.
Combustíveis produzidos de resíduos tratados, com potencial energético após processos de separação.
A comercialização dos pellets requer certificação obtida através de análise laboratorial.
DL 276/2009 regula uso de lamas em solos agrícolas; análises garantem segurança de lamas e solos.
DL 30/2022 regula fertilizantes no mercado e aplica regulamentos CE 2003/2003 e UE 2019/1009.
DL 78/2004 define prevenção e controlo de emissões para proteger a qualidade do ar.
Cumprimento do DL 102/2010: avaliar qualidade do ar para reduzir níveis de poluentes.